Publicado por: Alfredo Ribeiro | 27 Outubro, 2009

Disciplina

Disciplina


235522795_ac695b5356_b

A disciplina é um dom?
A disciplina é um músculo?
A disciplina é um estado de espírito?
A disciplina é um estado mental?
O que vocês acham?

Em minha opinião a disciplina é um pouco disso tudo. É algo tão importante que fica impossível adquiri-la se não usarmos todas as alternativas apresentadas.

O dom da disciplina já vem embutido no coração dos vencedores, e estes, mesmo quando crianças já têm plena consciência do que querem e quando descobrem o caminho rumo à conquista eles não param até alcançá-la.

Porém, os que nasceram sem este dom, têm a possibilidade de desenvolvê-lo assim como um músculo. Existe uma grande diferença entre o meu bíceps e o de um halterofilista, provavelmente porque o halterofilista usa bem mais o dele, e além da quantidade ele faz exercícios em uma qualidade muito maior do que o meu “levantamento de biscoito”.

Mas vamos lá, eu sou brasileiro e não desisto nunca. Uma vez que identificamos o músculo chamado disciplina, trabalhá-lo é fácil. Primeiro vamos aprender a identificá-lo.

Basta você juntar sua vontade de fazer alguma coisa que presta nessa vida “sufrida”; junte isso à sua vontade de ter dinheiro, quer seja pra ter uma casa, família e etc. Depois disso escute alguém lúcido falando que se você não estudar, não se dedicar, não malhar, não fizer aquilo que você detesta, todas as conquistas sonhadas estão há anos luz de distância. Por último, pare de chorar, tire esse beiço quase que indígena da boca e vamos malhar.

Malhação sempre é um processo doloroso, imagina aqueeeeeeeeeeeeeela novela mexicana rolando, você acabou de chegar do trabalho semimorto e você se lembra que tem que ir estudar. O músculo da disciplina, fraco coitado, só é suficiente pra te deixar aquele ar de “vou morrer pobre”, mas você se levanta tão ágil quanto uma lesma com câimbra e se posiciona na mesa. Durante os primeiros minutos o músculo é flexionado tantas vezes que 10 minutos parecem com a guerra dos 100 anos. Mas você venceu o primeiro passo e com isso descobriu, assim como eu com meu bíceps, que a disciplina te ajuda a movimentar e a chegar em algum lugar.

Depois de várias sessões de exercício talvez você precisará da ajuda de um grande amigo, o estado de espírito. Mal sua namorada(o) falou que você engordou (se você for um homem casado, provavelmente já está acostumado e não faça mais efeito : ) ) e você está com vontade de matar o mundo todo, mas lá no fundo você sabe que as conquistas serão melhores do que as lutas. E quer saber? É bom ralar para esquecer vida ruim, curtir fossa é que é dureza. Se você chegou neste ponto é porque você está no estado de espírito da disciplina e isso será um diferencial para você atravessar as tempestades desta vida. Conte sempre com este “estado de espírito” quando precisar.

Por último, você tem duas opções. A primeira é ficar dormindo e vendo TV nas horas de folga e a segunda, correr atrás dos seus ideais. Se seu estado mental é inteligente, ele vai te avisar que você deve usar a disciplina para alcançar seus objetivos.

Depois de toda essa malhação e ralação, você pode se chamar de uma pessoa disciplinada e que provavelmente chegará aonde quer e dará um ‘bye bye’ lá do topo da montanha para aqueles que: 1 – não tem o dom; 2 – não estão dispostos a malhar; 3 – que não deixam a vontade de vencer ser seu “estado de espírito” e por último os não muito inteligentes.

Disciplina na veia, afinal você é um vencedor ou um saco de batatas?

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 23 Outubro, 2009

E se eu te falar que tocar isso é ainda mais dificil

E se eu te falar que tocar isso é ainda mais dificil


Mas como todo bom sadomazoquista, nós baixistas gostamos de sofrer.

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 20 Outubro, 2009

Diversidade Musical Brasileira

Diversidade Musical Brasileira


Um pequeno vídeo que gravei em uma das minhas viagens enquanto me preparava para produzir um cd com muita música regional em uma cidade do estado da Paraíba.

Nunca deixe de nadar em sua praia, a não ser que ela tenha tubarões como em Recife ; )

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 2 Outubro, 2009

Simplesmente Genial

Simplesmente Genial


Galera de uma faculdade de comunicação se juntou para fazer um video “one take” sem cortes da música I gotte feeling.

Uma mobilização de 172 estudantes competentes e divertidos.

Só me pergunto uma coisa, porque a faculdade de música não tem gente assim? Quer dizer, tem EU.     : )

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 2 Outubro, 2009

Paixão de Cristo

Paixão de Cristo


cross 2

Se o amor de Deus foi capaz de transpassar as mãos de Cristo, não seria capaz de fazer o mesmo com nossos pecados?

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 30 Setembro, 2009

O Segredo do Ministerio Além

O Segredo do Ministerio Além


Galera, Redbull não é bebida alcoólica ok? (Não custa avisar)

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 29 Setembro, 2009

Regionalismo

Regionalismo


forro valendo

Você já parou para pensar que o Brasil é um dos países com a maior variedade de culturas regionais no planeta. Eu acredito que isso não se deve só ao fator tamanho territorial, mas ao povo em si.

Pare e pense, o povo brasileiro é um povo acostumado a se virar sozinho, ninguém nos ajuda, ninguém nos apadrinha, ninguém paga nossas contas, como acontece em N países de primeiro mundo. Depois disso, ninguém nos ensina o caminho das pedras, na maioria das vezes temos que cortar os pés pra chegarmos a algum lugar. Depois disso tudo acontecer ainda somos bons pra caramba em um monte de coisas.

Estive na Paraíba neste mês de Setembro para ouvir alguns músicos e dar inicio a produção de um disco, nesta viagem também tive a oportunidade de ouvir algo em Recife e no Ceará. O que deu pra ver, mesmo que superficialmente foi o caminhar lado a lado do regionalismo e da cultura “padrão alternativa” que somos bombardeados a todo o tempo. Quando falo lado a lado estou querendo dizer que existe um “meio” equilíbrio (60% X 40%) implícito entre as culturas regionais e a cultura americanizada, claro que estes 60% é da cultura americanizada, que na verdade quase não é americana, é inglesa (Já pensou nisso?).

De forma alguma eu apoio a idéia alienada de que a galera do sul tem que se vestir todo de couro e cantar tomando chimarrão. Nada disso. Nem muito menos que a galera do nordeste deve se vestir como lampião e cantar forró o tempo todo, isso seria uma visão alienada que também nos é apresentada de cada região e de sua cultura pelas grandes mídias. O que defendo aqui é a habilidade, já contida no povo brasileiro, de ser um povo camaleão do mais alto nível, de se virar com uma mão enquanto a outra se vira de outra forma, ou seja, plantar a mão em uma guitarra elétrica tocando um Blues enquanto a outra mão, agarrada a raiz toca um triangulo em uma música de Luiz Gonzaga.

Foi exatamente isso que encontrei em uma galera lá na pacata cidade de São José de Piranhas, no sertão paraibano. Essa galera, com todas as suas dificuldades e falta de apoio, tem se virado de forma surpreendente. Tocando ritmos de sua cultura misturados com músicas mais “populares” e a mistura tem sido algo novo até mesmo dentro do contexto regional, não deixando a peteca cair enquanto se toca a “sanfona”. Parabéns para eles.

O que gostaria de dizer com esse “post” (eu gosto de inglês) é que nós devemos manter nossas raízes, independente de sua profundidade, sejam pessoais ou culturais. Amar o lugar ou o sentimento de onde viemos e isso vai muito além da música. Isso é nunca menosprezar o potencial do nosso povo e compará-lo com outros, que já são tristes por não serem Brasileiros e não terem a malemolência e o gingado de se tocar jazz com uma zabumba (Isso dá inveja em muita gente : ) ).

Toda influencia é válida, desde que ela não faça de nossas raízes farinha de mandioca (ou será macaxeira?).

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 24 Agosto, 2009

Viva a diversidade

Viva a Diversidade


diversidade

Existe gente genial, mas tem uns que vão um pouco além disso.

Queria mostrar pra vocês uns caras que tiveram a iniciativa mais bacana que vi nos últimos anos, e bota últimos nisso.

São os caras da Playing For Change www.playingforchange.com.

A idéia é rodar vários países do mundo com equipamentos de áudio e vídeo,  captando músicos de rua executando trechos de uma mesma canção, músicas que trazem mensagens de apoio e suporte.

O mais interessante é que eles fazem um mix com a participação desses músicos, em seus respectivos instrumentos. Todos gravados separados, em  diferentes culturas, diferentes instrumentos e diferentes visões musicais, todos unidos por uma iniciativa genial que pôde ser realizada pela existência dos maravilhosos músicos anônimos desse nosso mundo.

Viva a diversidade

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 21 Agosto, 2009

Simplicidade

Simplicidade.

liberdade

Uma parada que está martelando na minha cabeça a muito tempo é a “importância de não dar importância” ao que a sociedade fala sobre agente. Simplesmente não dar idéia se somos pessoas  “significativas”, “interessantes”, “importantes” ou “famosos” para a sociedade.

Você já reparou que grande parte do nosso sofrimento vem dos padrões idiotas que nos aplicam, que a nossa “dignidade” imposta por um sistema é quem nos força a ser aquilo que as pessoas querem que sejamos e não aquilo que gostaríamos de ser.

Velho, isso tem me dado nojo. Estudo em um lugar super bacana, com ótimos professores, com colegas super talentosos, mas a competição que nos é apresentada todos os dias nos faz quase deixar de sermos humanos para sermos “vencedores”.

Acredito que o rótulo que o sistema nos embute nos faz perder o melhor da vida, coisas como sinceridade, honestidade, amor, amizade, tempo com aqueles que gostamos. Ou seja, perdemos nossa vida, mas não para ganhar uma muito melhor como Jesus pregou, mas perdemos nossas vidas a troco de vivermos em um grande e escuro teatro, representando, escrevendo o que somos “capazes de fazer”, sendo propagandas humanas de nós mesmos, destinados a propagação do nosso ego , quando não fazemos absolutamente nada que realmente importa.

Todos nós, sem exceção, somos obras primas criadas por um Deus, o Deus das grandes artes, e acreditar que não somos bons o bastante se não vestirmos nossas máscaras é uma afronta ao seu criador, que sabia exatamente o que ele criava quando te criou.

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 3 Agosto, 2009

Linguagem musical natural

Um grande músico chamado Bobby McFerrin fazendo uma brincadeira com a plateia sob o tema expectativa.

O que mais me assustou foi a resposta automatica do povo utilizando a escala pentatônica. Esse fato só vem a comprovar a naturalidade da pentatônica nos nossos ouvidos e firmar estudos e teses de tantos teóricos como Kodaly na utilização da pentatônica para musicalização em todas as idades. Se você é músico ou tem vontade de se tornar, uma ótima pedida para o estudo e desenvolvimento dos ouvidos é este método chamado método Kodaly.

Alfredo Ribeiro

Mensagens Antigas »

Categorias