DESOBVIALIZE
É tudo que quero para 2010!!!
Alfredo Ribeiro
É tudo que quero para 2010!!!
Alfredo Ribeiro
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Com vocês, Greg Pattillo.
Alfredo Ribeiro
Publicado em Textos | Tags:bach, beatbox, flauta, flute, greg pattillo, originalidade
Hoje no sinal um bêbado veio a minha janela e disse:
- Filho eu moro na rua e estou morrendo de fome. Você não teria uma moedinha pra eu comprar algo pra comer?
Eu, todo conversado perguntei:
– É pra comer mesmo ou para “tomar uma”?
Ele me respondeu.
- Para beber e fumar os colegas de bar me dão sempre de graça, mas comida eles nunca me dão.
Eu tirei uma grana e dei pra ele.
Voltei pensando naquilo que tinha acabado de escutar. As pessoas dão de graça aquilo que faz mal as outras, ou aquilo que diminui suas próprias culpas. O que realmente traz o bem, a vida, não é do interesse delas doar, pois isso aparentemente lhes tornaria mais “pobres”.
Será que também não somos assim? Oferecemos pras pessoas coisas que não trazem vida, conhecimentos superficiais, afinal de contas o conhecimento que temos nos custou suor e lágrimas, oferecemos coisas que não somem realmente a vida delas e guardamos pra nós mesmos aquilo que realmente importa.
Pra meditar, o que temos oferecido pras pessoas ao nosso redor? Uma branquinha ou vida em abundancia?
Alfredo Ribeiro
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Um dia desses estava conversando com um amigo e ele me disse que tem grande facilidade em tocar músicas complexas, compostas por grandes instrumentistas e de dificuldade técnica altíssima, mas mesmo com toda essa técnica ele ainda sente muitas dificuldades em criar coisas “belas” para colocar nas músicas das bandas que ele acompanha. Pensando nisso eu quis escrever algo, algo simples sobre uma das maiores discussões da história da música, a famosa “Estética Musical”.
O que é estética? Estética é a própria beleza? Não! Estética é a própria qualidade de algo? Não!
Estética nada mais é do que um consenso geral do que é belo, ou em outras palavras, a opinião da maioria sobre as qualidades de algo.
Trazendo isso pra música não podemos deixar de lado que um dos maiores consensos da estética musical atual é a simplicidade, não se pode medir uma música pela quantidade de notas tocadas, embora esse movimento já tenha existido. Uma música é medida pela influencia que exerce na vida de alguém.
Na minha humilde opinião todo músico deveria saber tocar bem algo simples e “belo” antes de tocar coisas complexas e muitas vezes indigestas para a maioria dos leigos, assim como um homem velho ainda é capaz de engatinhar se quiser. O que vemos hoje são músicos que conseguem correr em maratonas, mas não conseguem fingir que estão dando os primeiros passos. E isso foge completamente dos parâmetros de estética.
Mozart, um dos mais famosos compositores do período clássico era famoso por suas escapadas noturnas onde tocava em bares da época. Entre os historiadores musicais é quase unânime que Mozart não tocava suas composições ou dos grandes compositores nestes bares, ele tocava a simples música do povo, a música regional da época. Com certeza, de uma forma diferente dos demais, mas a música ainda servia a estética da época, época essa que poucos tinham acesso aos grandes teatros onde aconteciam seus concertos.
Cada etapa da nossa vida vale para que ela seja mais bela no futuro e se isso é ignorado nos mostramos incompletos e na música não é diferente, um conhecimento não anula o outro, se podemos correr mas não sabemos andar, devemos desacelerar e aprender essa poderosa ferramenta, para que possamos correr ou andar quando quisermos.
Para os músicos que já detonam nos instrumentais e quebram tudo, faço um desafio: Toque uma música pop, das mais simples e tente fazer quem estiver escutando sentir algo diferente.
Isso sim é um grande desafio.
Publicado em Textos | Tags:emoção, estética, estética musical, joy williams, Música, música instrumental, mozart, simplicidade

A disciplina é um dom?
A disciplina é um músculo?
A disciplina é um estado de espírito?
A disciplina é um estado mental? O que vocês acham?
Em minha opinião a disciplina é um pouco disso tudo. É algo tão importante que fica impossível adquiri-la se não usarmos todas as alternativas apresentadas.
O dom da disciplina já vem embutido no coração dos vencedores, e estes, mesmo quando crianças já têm plena consciência do que querem e quando descobrem o caminho rumo à conquista eles não param até alcançá-la.
Porém, os que nasceram sem este dom, têm a possibilidade de desenvolvê-lo assim como um músculo. Existe uma grande diferença entre o meu bíceps e o de um halterofilista, provavelmente porque o halterofilista usa bem mais o dele, e além da quantidade ele faz exercícios em uma qualidade muito maior do que o meu “levantamento de biscoito”.
Mas vamos lá, eu sou brasileiro e não desisto nunca. Uma vez que identificamos o músculo chamado disciplina, trabalhá-lo é fácil. Primeiro vamos aprender a identificá-lo.
Basta você juntar sua vontade de fazer alguma coisa que presta nessa vida “sufrida”; junte isso à sua vontade de ter dinheiro, quer seja pra ter uma casa, família e etc. Depois disso escute alguém lúcido falando que se você não estudar, não se dedicar, não malhar, não fizer aquilo que você detesta, todas as conquistas sonhadas estão há anos luz de distância. Por último, pare de chorar, tire esse beiço quase que indígena da boca e vamos malhar.
Malhação sempre é um processo doloroso, imagina aqueeeeeeeeeeeeeela novela mexicana rolando, você acabou de chegar do trabalho semimorto e você se lembra que tem que ir estudar. O músculo da disciplina, fraco coitado, só é suficiente pra te deixar aquele ar de “vou morrer pobre”, mas você se levanta tão ágil quanto uma lesma com câimbra e se posiciona na mesa. Durante os primeiros minutos o músculo é flexionado tantas vezes que 10 minutos parecem com a guerra dos 100 anos. Mas você venceu o primeiro passo e com isso descobriu, assim como eu com meu bíceps, que a disciplina te ajuda a movimentar e a chegar em algum lugar.
Depois de várias sessões de exercício talvez você precisará da ajuda de um grande amigo, o estado de espírito. Mal sua namorada(o) falou que você engordou (se você for um homem casado, provavelmente já está acostumado e não faça mais efeito : ) ) e você está com vontade de matar o mundo todo, mas lá no fundo você sabe que as conquistas serão melhores do que as lutas. E quer saber? É bom ralar para esquecer vida ruim, curtir fossa é que é dureza. Se você chegou neste ponto é porque você está no estado de espírito da disciplina e isso será um diferencial para você atravessar as tempestades desta vida. Conte sempre com este “estado de espírito” quando precisar.
Por último, você tem duas opções. A primeira é ficar dormindo e vendo TV nas horas de folga e a segunda, correr atrás dos seus ideais. Se seu estado mental é inteligente, ele vai te avisar que você deve usar a disciplina para alcançar seus objetivos.
Depois de toda essa malhação e ralação, você pode se chamar de uma pessoa disciplinada e que provavelmente chegará aonde quer e dará um ‘bye bye’ lá do topo da montanha para aqueles que: 1 – não tem o dom; 2 – não estão dispostos a malhar; 3 – que não deixam a vontade de vencer ser seu “estado de espírito” e por último os não muito inteligentes.
Disciplina na veia, afinal você é um vencedor ou um saco de batatas?
Alfredo Ribeiro
Publicado em Textos | Tags:cerebro, dinheiro, disciplina, estado de espírito, halterofilismo, inteligencia, malhação, perceverança, vencedor, vencer, vitória
Mas como todo bom sadomazoquista, nós baixistas gostamos de sofrer.
Alfredo Ribeiro
Publicado em Textos | Tags:baixo acústico, circo, contrabaixo, contrabaixo acústico, coreografia, dançar, double bass, doublebass
Um pequeno vídeo que gravei em uma das minhas viagens enquanto me preparava para produzir um cd com muita música regional em uma cidade do estado da Paraíba.
Nunca deixe de nadar em sua praia, a não ser que ela tenha tubarões como em Recife ; )
Alfredo Ribeiro
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Galera de uma faculdade de comunicação se juntou para fazer um video “one take” sem cortes da música I gotte feeling.
Uma mobilização de 172 estudantes competentes e divertidos.
Só me pergunto uma coisa, porque a faculdade de música não tem gente assim? Quer dizer, tem EU. : )
Alfredo Ribeiro

Se o amor de Deus foi capaz de transpassar as mãos de Cristo, não seria capaz de fazer o mesmo com nossos pecados?
Alfredo Ribeiro
Publicado em Textos | Tags:amor, christ, cristo, cross, cruz, forgiveness, Jesus, jesus cristo, Paixão de cristo, pecados, perdão
Galera, Redbull não é bebida alcoólica ok? (Não custa avisar)
Alfredo Ribeiro
Publicado em Textos | Tags:além, fotos, ministério, ministério alem, ministração, raquel emerick, red bull, redbull, são paulo, segredo, viagem