Publicado por: Alfredo Ribeiro | 19 novembro, 2015

Vingança

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A justiça é a vingança do homem em sociedade, como a vingança é a justiça do homem em estado selvagem. (Epicuro)

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 6 outubro, 2015

Passado

Escolhas idiotas…
Exageros…
O muito mais do que o ideal…
A entrega ao vento…
O não aproveitar a leveza de cada época…
A pressão que coloca culpa onde ela não existe e cobrança sem direito…
O peso que esmaga e, como consequência, apaga lembranças como borracha…
O arrependimento pelas loucuras não feitas no tempo certo…

Tudo isso vem do passado… Infelizmente não é possível reescreve-lo… Somente aprender com ele…

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 27 setembro, 2015

Perdidos

Quando se perde tudo, se percebe o real valor das coisas.

Quando se está perdido, se percebe o valor de um caminho familiar.

Quando se para de ver, percebemos o valor de um vulto.

Quando os ouvidos se fecham, percebemos o agrado dos sons do cotidiano.

Quando o desejo é fechar os olhos, a recordação, quase esquecida da esperança ao abri-los pela manhã, é que assombra.

Quando tudo muda e nossos pés não alcançam mais o chão, é que sonhamos com terra firme.

A esperança tem várias faces… Várias roupas… Se mostra como o passado e as vezes como futuro. Enquanto ela brinca de provocar saudade e de te deixar em pedaços, um novo ser (melhor ou pior) surge.

Quando se está perdido… não existe caminho curto e a esperança só te lembra do quão débeis são as tentativas de retomar o caminho.

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 17 março, 2013

Quando Estrelas

 

 

 

Quando Estrelas


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Quando duas estrelas colidem… elas não sentem o que sinto, pois o céu pertence a elas.

Quando dois montes colidem… eles não sentem o que sinto, pois suas raízes são eternas.

Quando duas nuvens colidem… elas não sentem o que sinto, pois daí vem o que rega a vida.

Quando duas ondas colidem… elas não sentem o que sinto, pois se moldam e se unem.

Quando duas chamas colidem… elas não sentem o que sinto, pois daí nascem calor e luz.

Mas quando a colisão é entre mim e ti…

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 7 dezembro, 2012

O Andarilho

O Andarilho

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A melancolia… meu fogo e minha lenha

A raiva… meu vapor e meu mar

O medo … impede a boca de dizer o que os olhos querem.

A estrada… meu caminho e destino

A luz… me desvenda e ofusca

O rosto… esconde a verdade que minha mente sabe.

 …

A insignificância… meu esconderijo e cativeiro

A escuridão… meu dormir e meu pesadelo

O punho… impede os dedos de tocarem o que o coração anseia.

 …

A indignação… minha construção e degradação

A filosofia… minha justificativa e confusão

O orgulho… desvia o olhar do caminho que minha razão indica.

 …

A insatisfação… meu suspiro e falta de ar

A busca… meu encontro e distanciar

O amor… é o muro… mas também degraus para o escalar!

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 15 outubro, 2012

A Noite

A Noite

 

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E quando a noite não fala?

E quando ela grita de dentro pra fora?

E quando a falta da luz não reflete necessariamente trevas?…

Mas e se o amor for uma brasa que passa despercebida em meio a uma fogueira?

E quando a luz se apaga?

E quando os sonhos são sonhados de dentro pra fora?

E quando a sobra do nada toma lugar de sonhos?…

Mas e se o frio diminui a eficácia do cobertor?

E quando os olhos se fecham a noite?

E quando seu corpo grita de dentro para fora?

E quando a falta de algo nos remete, subjetivamente, a falta de tudo?

Mas e se a noite o amor, o grito, o fogo e o frio, o nada e o tudo lutarem?…

Seremos nós a morrer ou a própria noite?

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 13 outubro, 2012

…?!

…?!

 

 

Sabe quando falta….?

Sabe quando não…?

Sabe quando você se sente…?

Sabe quando tudo…?

 

 

O mais… é que não!

E quando eu… nada aconteceu!

O que gostaria… não dá!

Como eu gostaria… não consigo!

 

 

Quando isso…?

Quem, na verdade…?

A verdade se tornou…!

O certo…!

 

 

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 23 dezembro, 2011

O poder da música

O poder da música.

 

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A música pode te aproximar ou afastar de Deus.

Os mesmos acordes podem  marcar um encontro ou dar mais um passo na direção contraria.

A mesma vibração de uma “corda vocal” ou o toque de dedos nas cordas de um violão podem significar “vem” ou “se afaste de mim, tenho coisas de mais para esconder”.

O mesmo vibrato pode ecoar tocando a eternidade ou construir o muro que te separa do seu Criador.

O mesmo solo pode te lembrar de onde você veio ou te iludir criando uma imagem superestimada de você mesmo.

O mesmo palco que te suporta pode te fazer desmoronar.

O mesmo público que absorve sua musica pode absorver toda a sua humanidade.

A mesma música, os mesmos acordes, a mesma voz ou o mesmo dedilhar de um violão, o mesmo vibrato, o mesmo solo, o mesmo palco e o mesmo público. Em resumo… a musica te muda… de uma forma ou outra…

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 22 julho, 2011

Quem nós somos

Quem nós somos

 

Constantemente me pego tentando fazer “melhorias” em mim mesmo. Essas “melhorias”, na minha cabeça me fariam muito mais realizado e atingiria com muito mais rapidez os meus objetivos.

Ai você me diz: “melhorias sempre são bem-vindas, temos que melhorar dia após dia”.

Concordo plenamente, porém as melhorias das quais estou falando não são nada altruístas. Não tem nada haver com fazer mais caridade ou deixar de xingar um gerente de loja que me trata mal. As melhorias drásticas das quais estou falando são sempre as mais egoístas possíveis e na nossa cabeça trariam benefícios pra daqui a cinco minutos (já viu propaganda de emagrecimento? “Perca 50 quilos em dois dias”)

Quando agente se olha no espelho vemos qualidades e defeitos não é mesmo? Mas quando olhamos as pessoas ao nosso redor vemos um emaranhado de qualidades que não temos. Para alguns pode ser beleza (graças a Deus não é meu caso [estou tomando o remédio citado acima, ta bom?]) para outros pode ser força de vontade. E no meu caso?????????? POLÍTICA!!!!

-Mas você quer ser vereador???

Não!

Meu maior sofrimento pessoal é não lidar bem com política ou na verdade não ser político. Eu sou aquele tipo de amigo que senta com a galera, conversa, escuta seus problemas, fala da vida e se diverte,  mas eu definitivamente não sou aquela pessoa que chega em qualquer lugar e em dois minutos sou “amigo” de todo mundo.

Na vida privada não vejo problema algum em ser um pouco mais reservado e conhecer pessoas de forma individual e duradoura (uma a uma), porém profissionalmente vejo muitas pessoas se dando muitíssimo bem por ter esse “chamado” social, se tornando “amigos” de pessoas que encontraram uma vez. Fazendo merchã nos primeiro cinco minutos de conversa e valorizando seu produto/serviço mesmo com a outra pessoa mostrando total desinteresse.

Eu sinceramente não acho errado e como falei, gostaria de desenvolver esses poderes sociais, porém, já cansei de tanto tentar e acabar me sentindo como um vendedor de geladeiras nas Casas Bahia.

Sendo assim, infelizmente  vou continuar sendo o Alfredo Ribeiro que no princípio conversa sobre assuntos de interesse mutuo, desenvolvendo relacionamentos um a um e tentando os manter por muito tempo. Afinal, não tenho outra escolha.

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 6 junho, 2011

A Simplicidade do Evagelho

A Simplicidade do Evagelho

 

Alfredo Ribeiro

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