Publicado por: Alfredo Ribeiro | 23 julho, 2016

Ha um ano atrás

Há um ano atrás em João Pessoa


O tempo passa

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 12 julho, 2016

Escravidão em Liberdade

Escravidão em Liberdade

Slavery-Today

 

A pior escravidão é aquela que se cumpre em liberdade. Ser escravo da culpa é não possuir a própria alma. Olhar para o futuro e não ver a cor do passado é como uma águia se sentiria se de repente só pudesse alçar voos de poucos centímetros. A culpa dos erros… Assumi-la e tê-la como única companheira fiel…

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 11 julho, 2016

Só a arte me amparou

Beethoven

“Devo viver como um exilado. Se me acerco de um grupo, sinto-me preso de uma pungente angústia, pelo receio que descubram meu triste estado. E assim vivi este meio ano em que passei no campo. Mas que humilhação quando ao meu lado alguém percebia o som longínquo de uma flauta e eu nada ouvia! Ou escutava o canto de um pastor e eu nada escutava! Esses incidentes levaram-me quase ao desespero e pouco faltou para que, por minhas próprias mãos, eu pusesse fim à minha existência. Só a arte me amparou!” Beethoven

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 8 julho, 2016

O tempo

O Tempo

 

time

O tempo… por vezes borracha… por vezes pincel.

Apaga histórias deixando somente borrões, transformando o protagonista em um monstro feito de manchas… Também tem a capacidade de pintar heróis onde nada existiu de verdade.

Ele me julgou, ele me apagou e ele irá escrever…

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 10 junho, 2016

Um Ode a morte

Um Ode a morte

 

O ápice da vida é a morte… Celebramos o nascimento de uma forma irresponsável e egoísta. A criança nasce e a partir desse ponto tem início sua jornada rumo a perda e destruição total, jornada esta que só é interrompida pela morte.

Deveríamos celebrar a morte e não o nascimento. O findar de dias e noites de expectativa do inatingível em um sistema falido que te vende felicidade onde ela definitivamente não existe.

Quer viver uma vida feliz? Se contente com o medíocre, com pequenos eventos sociais… com dias de trabalho com pessoas suportáveis (ou não). Dias e noites com pessoas suportáveis (ou não)… Um deleite em filhos que geramos sem nos darmos conta de que somos os únicos culpados por cada segundo de dor e sofrimento de suas vidas. Enfim… A vida é perda e uma interminável concatenação de eventos ruins e medianos. Todo meu respeito á morte… Um Ode a ela…

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 25 março, 2016

Saudade

Saudade do tempo onde fazer música era fechar os olhos e tocar notas que eu mal sabia o nome… Porque um violão desafinado era o ápice da minha realização musical.

Saudade da época onde eu escutava um acorde e não pensava em sua estrutura, formação, inversões e nem de onde e como ele surgiu na Europa… Porque a simplicidade da ignorância me fazia livre pra inventar meus próprios acordes “errados”.

Saudade de quando eu fazia coisas sem ter que pensar em como fazê-las… Porque elas simplesmente tinham de ser feitas e fluíam.

Saudade do tempo em que o mundo era pequeno e uma ida a Governador Valadares era a viagem dos sonhos… Porque uma volta ao mundo era possível em uma semana.

Saudade do colchão que dormi no chão dos 12 aos 20 anos… Porque eu não conhecia a diferença dele pra uma cama king size e dormir na laje vendo estrelas era mais do que suficiente.

A vida cresce e muitas vezes isso nos diminui.

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 17 março, 2013

Quando Estrelas

Quando Estrelas

 

Image

Quando duas estrelas colidem… elas não sentem o que sinto, pois o céu pertence a elas.

Quando dois montes colidem… eles não sentem o que sinto, pois suas raízes são eternas.

Quando duas nuvens colidem… elas não sentem o que sinto, pois daí vem o que rega a vida.

Quando duas ondas colidem… elas não sentem o que sinto, pois se moldam e se unem.

Quando duas chamas colidem… elas não sentem o que sinto, pois daí nascem calor e luz.

Mas quando a colisão é entre mim e ti…

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 7 dezembro, 2012

O Andarilho

O Andarilho

Image

A melancolia… meu fogo e minha lenha

A raiva… meu vapor e meu mar

O medo … impede a boca de dizer o que os olhos querem.

A estrada… meu caminho e destino

A luz… me desvenda e ofusca

O rosto… esconde a verdade que minha mente sabe.

 …

A insignificância… meu esconderijo e cativeiro

A escuridão… meu dormir e meu pesadelo

O punho… impede os dedos de tocarem o que o coração anseia.

 …

A indignação… minha construção e degradação

A filosofia… minha justificativa e confusão

O orgulho… desvia o olhar do caminho que minha razão indica.

 …

A insatisfação… meu suspiro e falta de ar

A busca… meu encontro e distanciar

O amor… é o muro… mas também degraus para o escalar!

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 15 outubro, 2012

A Noite

A Noite

 

Image

E quando a noite não fala?

E quando ela grita de dentro pra fora?

E quando a falta da luz não reflete necessariamente trevas?…

Mas e se o amor for uma brasa que passa despercebida em meio a uma fogueira?

E quando a luz se apaga?

E quando os sonhos são sonhados de dentro pra fora?

E quando a sobra do nada toma lugar de sonhos?…

Mas e se o frio diminui a eficácia do cobertor?

E quando os olhos se fecham a noite?

E quando seu corpo grita de dentro para fora?

E quando a falta de algo nos remete, subjetivamente, a falta de tudo?

Mas e se a noite o amor, o grito, o fogo e o frio, o nada e o tudo lutarem?…

Seremos nós a morrer ou a própria noite?

Alfredo Ribeiro

Publicado por: Alfredo Ribeiro | 13 outubro, 2012

…?!

…?!

 

 

Sabe quando falta….?

Sabe quando não…?

Sabe quando você se sente…?

Sabe quando tudo…?

 

 

O mais… é que não!

E quando eu… nada aconteceu!

O que gostaria… não dá!

Como eu gostaria… não consigo!

 

 

Quando isso…?

Quem, na verdade…?

A verdade se tornou…!

O certo…!

 

 

Alfredo Ribeiro

Older Posts »

Categorias

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 60 outros seguidores